Qua, 15 de Fevereiro de 2012 01:12

O ex-deputado federal Jales Fontoura, um dos líderes do grupo de oposição à administação do atual prefeito Gilberto Naves em Goiánésia, declarou na terca, 14, durante entrevista ao Fatorama, programa de entrevistas da Rádio Vera Cruz AM de Goianésia, os nomes dos pré-candidatos para o Executivo municipal.
De acordo com Jales, a candidatura de seu irmão, Otavinho, estaria descartada pelo empenho do ex-prefeito nos empreendimentos da família. O grupo de oposição, composto pelo DEM, PSDB, PSD e PV, deve discutir e escolher os candidatos a prefeito e vice a partir de 3 nomes: o ex-prefeito José Mateus, o médico Robson Silva e o ex-vereador Ariosvaldo Gomes. São nomes que já vinham sendo especulados na rodas políticas e agora Jales resolveu declará-los. Prefeitáveis como o vereador Mauricinho e a ex-secretária da saúde, Dra. Rosa Maria também compunham as especulações para a sucessão municipal, mas não fazem parte da lista tríplice.
Alguns adversários do grupo político dos Lage acreditam que Jales pode estar agindo estrategicamente e lançar Otavinho na última hora para promover uma onda positiva nos companheiros de trabalho, já que seu nome seria o mais forte e uniria a todos, o que não deve acontecer em uma escolha de dois dos 3 nomes citados, além dos que não fazem parte da lista. Outros, avaliam que o ex-deputado federal, Otavinho e o deputado estadual Hélio Souza, que são os cabeças da oposição, devem firmar nos nomes citados, uma vez que não "fizeram" um nome nos 4 anos, a não ser o do próprio Otavinho e escolher dois para disputarem a prefeitura contra Gilberto Naves, que afirma não ser candidato, uma outra estratégia, esta da situação. (Orcedino Júnior)
Sáb, 11 de Fevereiro de 2012 14:11

O presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Evangevaldo Moreira dos Santos, (foto) pediu demissão na sexta, 10, dois meses após o Ministério Público de Goiás o denunciar por envolvimento com uma quadrilha que fraudava o exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Goiânia.
A denúncia do MP, publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, acelerou o esvaziamento do poder de Evangevaldo Santos, que era remanescente da gestão do ex-ministro da Agricultura Wagner Rossi, que em agosto do ano passado pediu demissão após suspeitas de irregularidades, inclusive na Conab.
Na prática, quem vem dando as cartas na Conab nos últimos meses é o diretor financeiro, o advogado gaúcho João Carlos Bona Garcia, que em outubro do ano passado foi nomeado para o cargo pelo ministro Mendes Ribeiro Filho (PMDB-RS). Nesta semana, o ministro afirmou que seu plano de gestão para a Conab não incluía Evangevaldo Santos e que seu candidato para o cargo é Bona Garcia.
Acuado, Evangevaldo Santos divulgou no site da Conab a carta que enviou à presidente Dilma Rousseff pedindo demissão do cargo. Ele argumenta que "diante do cenário que se construiu", nada mais restou senão pedir o afastamento "em caráter irrevogável e irretratável, de modo a não contribuir para um maior desgaste do governo ou do meu partido".

Ele atribui às denúncias "as motivações políticas que antecedem os períodos eleitorais". O alvo seria o seu padrinho político, deputado Jovair Arantes (foto) do PTB goiano, que é líder do governo na Câmara dos Deputados e que concorrerá à prefeitura de Goiânia.
Em 2006, quando presidia a Agência Ambiental de Goiás, ele foi flagrado em conversas telefônicas, grampeadas com autorização judicial, repassando informações sigilosas do concurso da OAB para facilitar a aprovação de um subordinado seu, João José de Carvalho Filho.
Em janeiro surgiu nova denúncia, feita por Osmar Pires Martins Júnior, ex-secretário de Meio Ambiente de Goiânia e presidente da Agência Goiana de Meio Ambiente até 2006. Martins Júnior denunciou ao Ministério Público goiano que Santos foi portador de uma proposta do deputado Jovair Arantes, que teria pedido R$ 4 milhões mantê-lo no cargo.
Seg, 06 de Fevereiro de 2012 17:24

No sábado, 04, o deputado estadual Hélio de Souza foi sabatinado pelos professores da rede estadual de Educação no programa de entrevistas da Boa Nova FM de Goianésia. Apesar de não ter sido programado, a emissora cedeu espaço aos professores para expressarem toda a sua indignação com o novo projeto de Lei do Governo de Goiás, aprovado pela Assembléia Legislativa, que alterou de forma drástica a carreira do Magistério.
O deputado, que é da base de sustentação de Marconi Perillo, teve que ouvir duras críticas sobre o momento delicado que passa a Educação em Goiás. A briga é, principalmente contra o fim da gratificação de titularidade. Entre outros benefícios cortados, o estrago maior foi o fim da gratificação de 30 % para cursos de ate 1080 horas (especialização). Tenso, o deputado não cumprimentou ninguém ao deixar o local.
O Sindicato realizou assembléias por todo o Estado na semana passada e em Goiânia e Aparecida, a greve já começou.
Foto: Boa Nova FM
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